População Geral
Focada em rotina preventiva, investigação de dores e diagnóstico de doenças comuns:
- USG de Abdome Total: Avalia órgãos como fígado, vesícula biliar, baço, pâncreas, rins, bexiga e vasos sanguíneos. Identifica pedras na vesícula, gordura no fígado (esteatose) e cistos.
- USG de Mamas: Identifica nódulos e cistos. É complementar à mamografia em mulheres adultas ou ao exame principal em jovens.
- USG de Tireóide (Doppler): Avalia o tamanho da glândula e detecta nódulos, ajudando a diferenciar se são benignos ou suspeitos.
- USG Transvaginal: Exame para avaliar útero, endométrio e ovários. Detecta miomas, cistos no ovário e focos de endometriose.
- USG de Vias Urinárias: Focada em enxaguatórios e bexiga, sendo crucial para investigar assimetria renal ou hidronefrose.
- USG de Articulações: Analisa ombros, joelhos, punhos e tendões. Indicada para lesões esportivas, tendinites e dores articulares.
- USG da Próstata: Avaliação do tamanho da próstata e alterações na glândula em homens.
Focada no rastreamento de doenças crônicas, vasculares e degenerativas típicas do envelhecimento:
- Doppler Colorido de Carótidas e Vertebrais: Exame do fluxo de sangue em vasos que levam oxigênio ao cérebro. Fundamental para prevenir e avaliar o risco de AVC (Acidente Vascular Cerebral).
- Doppler Arterial e Venoso de Membros Inferiores: Investiga varizes, insuficiência venosa, trombose venosa profunda (TVP) e má circulação arterial (doença arterial obstrutiva periférica).
- USG de Abdome com foco em Aorta Abdominal: Rastreia ou aneurisma de aorta abdominal, uma condição silenciosa e grave, especialmente comum em idosos ou hipertensos.
- USG de Articulações (com foco em reumatologia): Avaliação de desgaste articular (artrose), inflamações crônicas (artrite reumatóide) e gota.
- USG de Próstata: Essencial para rastrear hiperplasia prostática benigna (crescimento da próstata) e nódulos suspeitos em idosos.
Exames específicos para o desenvolvimento infantil ou para investigação de sintomas sem emissão de radiação:
- USG Transfontanela: Realizada em bebês enquanto a “moleira” está aberta. Avalia o cérebro para identificar sangramentos, malformações ou hidrocefalia.
- USG de Quadris (Método de Graf): Feito nos primeiros meses de vida para diagnosticar precocemente uma displasia de quadril (encaixe incorreto da articulação).
- USG de Abdome Total Pediátrico: Investiga dores abdominais, refluxo gastroesofágico grave, estenose hipertrófica do piloro (em bebês que vomitam muito) ou suspeitas de apendicite em crianças maiores.
- USG de Vias Urinárias Pediátricas: Muito solicitado após episódios de infecção urinária em bebês ou crianças para verificar malformações ou refluxo vesicoureteral.
- USG Bolsa testicular: principal ferramenta para investigação de criptorquidia e torção testicular.
- USG Transvaginal Inicial (6ª a 10ª semana): Confirma a gravidez, se o saco gestacional está no local correto (exclui gravidez ectópica), a quantidade de bebês e calcula a idade gestacional.
- USG Morfológico do 1º Trimestre (11ª à 14ª semana): Mede a Translucência Nucal (TN) e o osso nasal para avaliar o risco de alterações genéticas (como a Síndrome de Down).
- USG Morfológico do 2º Trimestre
- Quando é feito: Entre a 20ª e a 24ª semana de gestação.
- O que avalia: É o exame mais detalhado para analisar a anatomia completa do feto. O médico examina cada órgão e sistema para detectar possíveis malformações ou anomalias genéticas.
- Principais pontos analisados:
- Cérebro e crânios: Estruturas cerebrais (ventrículos, cerebelo) e integridade dos ossos da cabeça.
- Face: Presença de osso nasal, lábios e palato (para descartar fenda labiopalatina).
- Coluna vertebral: Alinhamento das vértebras e fechamento do tubo neural.
- Coração: Visualização das quatro câmaras cardíacas e saída dos grandes vasos (embora o ecocardiograma seja mais específico).
- Órgãos internos: Estômago, enxágue, bexiga e diafragma.
- Membros: Presença, tamanho e movimentação dos braços, pernas, mãos e pés.
- Placenta e cordão umbilical: Localização da placenta e fluxo sanguíneo nos vasos do cordão.
- Colo do útero: Medida do comprimento do colo uterino para avaliar o risco de parto prematuro.
- Ecocardiograma fetal
- Quando é feito: geralmente entre a 24ª e a 28ª semana (pode ser feito antes ou depois, dependendo dos fatores de risco).
- O que avalia: É um ultrassom ultraespecializado focado exclusivamente na anatomia e no funcionamento do coração do bebê. Ele detecta cardiopatias congênitas (problemas na estrutura do coração) e arritmias cardíacas.
- Indicações comuns: Embora possa ser feito em qualquer gestação, é altamente recomendado se houver histórico familiar de cardiopatia, suspeita de ultrassom morfológico, diabetes materno pré-gestacional, idade materna avançada ou se a gestação for por fertilização in vitro.
- Principais pontos analisados:
- Tamanho e posicionamento do coração no coração.
- Formação das câmaras (átrios e ventrículos) e das válvulas cardíacas.
- Conexão e fluxo sanguíneo das grandes artérias (aorta e artérias pulmonares).
- Ritmo e frequência dos batimentos cardíacos do bebê.
- Perfil Biofísico Fetal (PBF)
- Quando é feito: No terceiro trimestre (geralmente a partir da 28ª semana, sendo mais comum na reta final da gravidez)
- O que está disponível: É um exame de bem-estar fetal rápido, usado para garantir que o bebê não sofra danos ou em situação de risco (hipóxia/falta de oxigênio).
- Como funciona: Combine a observação por ultrassom de quatro interrupções do bebê com a cardiotocografia (exame que monitora os batimentos cardíacos e as contrações uterinas). Cada item recebe uma nota de 0 (alterado) a 2 (normal), somando um total de 10 pontos.
- Os 5 parâmetros avaliados:
- (1) Frequência cardíaca fetal (Cardiotocografia): Avalia a reatividade dos batimentos cardíacos do bebê quando ele se movimenta.
- (2) Movimentos respiratórios: Presença de movimentos do tórax simulando a respiração.
- (3) Movimentos fetais: Quantidade de movimentos do corpo e membros do bebê em um período de 30 minutos.
- (4) Tônus fetal: Movimentos de flexão e extensão dos membros ou das mãos (ex: abrir e fechar a mãozinha).
- (5) Volume de líquido amniótico: Medição do líquido para garantir que não haja baixo (oligodrâmnia) ou em excesso (polidrâmnia).




